sexta-feira, 20 de julho de 2012

Do Pictograma ao Texto Digital


A necessidade de expressar pensamento, ideias e sentimentos e poder registrá-los, surgiu com o homem primitivo no tempo das cavernas, quando este começou a gravar imagens nas paredes.
Em época bastante remota, homens e mulheres utilizam figuras para representar cada objeto. Esta forma de expressão é chamada pictográfica. O uso de imagens para  registrar as informações fez com que  de alguma forma se construíssem  progressivamente sistemas de representação. Desenvolvida também para guardar os registros de contas e trocas comerciais
A fase pictórica apresenta uma escrita bem simplificada dos objetos da realidade, por meio de desenhos que podem ser vistos  em cavernas. Como acontece nas cavernas do noroeste do Brasil.
O passo seguinte na expressão do pensamento humano foi a construção de ideogramas, como a escritas sumérias, minóica, chinesa e hieróglifos egípcios. Figuras associados à imagem que se queria registrar, mas sem uma imagem ou figura que representasse uma idéia, tornando-se posteriormente uma convenção de escrita. Os leitores dependiam do contexto e do senso comum para decifrar o significado.








A invenção de um alfabeto silábico (característica das línguas semíticas) e posteriormente fonético ( proposta pelos fenícios aperfeiçoada pelos gregos) é apontada como  uma revolução na expressão do pensamento humano, permitindo a criação de conceitos  abstratos, filosofia, poesia e ficção.
Os passos seguintes foram mais tecnológicos do que conceituas, como a produção de livros de materiais mais resistentes e adequados ao manuseio e finalmente a invenção da imprensa em1450, na Alemanha por Gutenberg.  As revoluções tecnologias em pouco ou nada mudaram a idéia inicial da escrita. E isso é fácil comprovar.





Votamos a usar a Escrita Pictográfica, que chamamos de “icônica”.




Fator Frankenstein

O sonho da tecnologia finalmente se alinhou ao antigo sonho da humanidade, a cura de todas as doenças e a vida eterna. O vislumbre das possibilidades, nanotecnológicas em nível de reparo celular finalmente é uma realidade ou pelo menos é uma forte possibilidade. Esforços combinados da NASA e agencias internacionais na área de saúde e engenharia, indicam a proximidade do evento: nanomeds – robôs menores do que células, com a missão de encontrar e destruir qualquer irregularidade celular. No entanto alguns detalhes com relação a ética – sociedade e economia precisam ser esclarecidos. Quem se beneficiara? A que preço? Quais as possibilidade de se criar um “monstro”?
“Pesquisadores como a Drª Esther H. Chang ,Departamentos de Oncologia e otorrinolaringologia no Lombardi Comprehensive Cancer Center of Georgetown University Medical Center. Atualmente, ela está servindo como o presidente interino da Sociedade Americana de Nanomedicina e ela é também um membro da Comissão Executiva da Sociedade Internacional de Nanomedicina (ISNM). Ela tem mais de 130 publicações e tem servido como um membro de uma série de conselhos consultivos científicos para NCI, a NASA, os EUA Militar Cancer Institute e do Departamento de Energia. O esforço da pesquisa concentra-se principalmente sobre os mecanismos moleculares da carcinogênese e traduzir essa informação básica em novas modalidades clínicas. Ela tem sido um contribuinte para a compreensão da genética (ras, p53, etc) influências tanto no desenvolvimento e na supressão de tumores malignos, bem como para a compreensão da base molecular da resistência dos tumores O sistema de nanodelivery representa uma plataforma nanotecnologia muito mais ampla em que a carga não é limitado apenas à medicina genetica, mas também é aplicável a nivel molecular”. ( tradução livre  de http://www.amsocnanomed.org/)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Semiótica em resumo


A semiótica nos permite uma interpretação subjetiva e profunda de signos representados nas mais variadas linguagens. A partir dessa interpretação temos informações que podem nos remeter desde os significados ocultos e perceptíveis só de acordo com a bagagem pessoal do interpretante, quanto àqueles detalhes e informações propositais, que mesmo não estando explícitas, sensibilizam de alguma forma o observador e sugere a este uma via de interpretação desejada. Segue um vídeo elaborado por alunos da Faculdade de Comunicação Social de Pres. Prudente (FACOPP), que faz um breve resumo bem humorado da semiótica e um de seus expoentes, Charles Sanders Peirce.


Sustentabilidade


Os recursos naturais são componentes, materiais ou não, da paisagem geográfica, mas que ainda não tenham sofrido transformações pelo trabalho humano e cuja própria gênese é independente do Homem.  Historicamente foram atribuídos valores econômicos, sociais e culturais aos recursos naturais. Portanto, só podem ser compreendidos a partir da relação homem-natureza. Existe estreita relação entre recursos naturais e tecnologia, uma vez que há a necessidade da existência de processo tecnológicos para utilização de um recurso.O fim do século marca um ponto de inflexão na história; uma história que se projeta para um horizonte nebuloso pelo qual avançamos decifrando as marcas que a cultura deixou na natureza, para construir um desenvolvimento sustentável.” Enrique Leff  (2004)
Como princípios norteadores para a sustentabilidade podemos citar:
Ø    Integrar conservação da natureza e desenvolvimento;
Ø     Satisfazer as necessidades humanas fundamentais;
Ø     Perseguir a eqüidade e a justiça social;
Ø     Buscar a autodeterminação social e respeitar a diversidade cultural;
Ø     Manter a integridade ecológica;
Ø     Promover o desenvolvimento econômico.